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Justiça eleitoral julga improcedente mais duas representações do União Brasil contra Zaccarelli

A Juíza Eleitoral Maria Heloísa Nogueira Ribeiro Machado Soares, da 080ª Zona Eleitoral de Olímpia, julgou improcedente mais duas representações contra o pré-candidato a prefeito de Olímpia, Luiz Alberto Zaccarelli (PSD), desta vez, por acusação de divulgação de pesquisa eleitoral não registrada.
Tratam-se de representações contra Zaccarelli, o empresário Ângelo André Sartori e o fotógrafo e influencer Walter Aparecido da Silva. As denúncias feitas pelo União Brasil, partido do pré-candidato a prefeito Geninho Zuliani, e que tem como presidente Claudio Roberto Ferreira da Silva, o Cocao, pediam que os representados André e Walter fossem condenados ao pagamento de multa no valor de R$ 100 mil cada um, em razão de publicação de pesquisa eleitoral sem registro, além de pedir liminar para a imediata suspensão da divulgação da pesquisa em mensagens através do aplicativo Whatsapp.
O União Brasil sustentou que no dia 22 de julho passado, ambos divulgaram pelo Whatsapp o resultado de pesquisa eleitoral não registrada. Em contestação, os representados sustentaram, em preliminar, a ilegitimidade de Luiz Alberto Zaccarelli, pois não divulgou as mensagens mencionadas na inicial. No mérito, aduzem que as postagens apontadas pelo representante é uma enquete, permitida até 15 de agosto. Asseveram que o representante não juntou provas do que alega na inicial. Afirmam que o encaminhamento de mensagens por meio do Whatsapp não caracteriza divulgação de pesquisa eleitoral, uma vez que se trata de ambiente de conversas particulares.
Diante disso, o Ministério Público Eleitoral opinou pela improcedência das representações, pois entende que as mensagens não contêm elementos que sugiram que se trata de uma pesquisa eleitoral, além de não haver lastro probatório para o alegado na inicial. E decide: Justifica-se a ilegitimidade de Luiz Alberto Zaccarelli, citado no print, sem correlação alguma de responsabilidade, tampouco nexo causal, que não se pressume por ser um pré-candidato.
Com estas duas representações, já somam seis o número de denúncias feitas pelo grupo de Geninho Zuliani. Os advogados de Zaccarelli, Dr. Gilson Siqueira e Dr. Guilherme Loureiro Barboza, explicam que todas foram representações julgadas improcedentes, tanto pelo Ministério Público Eleitoral quanto pela Justiça Eleitoral.
“Desde o início da pré-campanha estamos sendo atacados, estamos convivendo com denúncias infundadas, representações que só servem para tumultuar o processo democrático. São tentativas de desestabilizar nossa pré-campanha, mas seguimos cumprindo a lei, cumprindo as regras, com respeito e muito trabalho”, afirmam os defensores de Zaccarelli.

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