A abertura da Copa do Mundo no Estádio Azteca trouxe a grandiosidade que o esporte exige, mas, sob o ponto de vista de quem vive a produção de eventos e a curadoria de espetáculos, o resultado final deixou lacunas importantes. O espetáculo teve início com a força da banda Maná, que subiu ao palco para abrir a cerimônia com seu rock visceral, dando um tom de identidade local. Contudo, na sequência, esperávamos um impacto tecnológico e uma grandiosidade cênica à altura da potência das sedes desta edição, mas o que vimos foi um espetáculo que careceu de inovação técnica e, principalmente, de um desenho coreográfico à altura do evento.
É preciso separar o talento individual da direção artística: os artistas foram impecáveis. Shakira, como sempre, foi a alma e a emoção da cerimônia; ela possui um magnetismo e um impacto visceral que, sozinhos, sustentam o palco. Ao lado de Burna Boy, ela reafirmou seu lugar como a verdadeira rainha dessas aberturas. Da mesma forma, nomes como J Balvin, Belinda, Danny Ocean e Los Ángeles Azules entregaram atuações de primeira, cada um com sua marca registrada e brilho próprio. O talento estava lá, pulsando e muito bem representado.
Onde o espetáculo, de fato, oscilou foi na “moldura”. Como produtor, senti falta de uma coreografia mais complexa e desenhada, com o uso expressivo de braços e a precisão técnica que transforma um grupo de dança em uma obra de arte viva. As coreografias pareceram comuns demais, sem a energia e a criatividade necessárias para impactar o público global. Foi uma tarde que pediu mais ousadia, mais tecnologia de ponta e um desenho cênico que fizesse o torcedor vibrar com o conjunto da obra.
O toque de glamour e o diferencial da tarde ficaram por conta da performance dos Alpatis, os indígenas americanos, que trouxeram a autenticidade e a força cênica que faltou ao restante da montagem. Fica a reflexão: o talento dos artistas é o combustível, mas é a coreografia e o esmero na produção que fazem o motor de um evento desta magnitude girar. Foi uma tarde de grandes vozes, mas que, na execução artística, deixou o desejo de um espetáculo mais impactante.
Feijoada Oba Oba: Uma experiência no Naturaleza House Food

A contagem regressiva começou! Neste sábado, dia 13, o Naturaleza House Food, em Guaraci, no Riviera, abre as portas para a 3ª edição da nossa tradicional e deliciosa Feijoada Oba Oba.
Preparamos um ambiente ainda mais aconchegante, moderno e sofisticado para receber todos vocês a partir do meio-dia. Será a ocasião perfeita para celebrarmos a vida e, juntos, torcermos no primeiro jogo do Brasil em grande estilo.
E para quem deseja desfrutar deste sabor exclusivo com total comodidade, o Naturaleza House Food também disponibiliza a opção de retirada.
Um brinde aos nossos parceiros!

O sucesso deste evento é fruto de parcerias sólidas com marcas que são referência em excelência. Nosso reconhecimento e gratidão aos grandes patrocinadores desta edição:
Iquegami Supermercados
Drogaria Total
AG Logística
Esperamos por vocês para compartilhar este momento especial






